SECRETARIADO DIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR

DIOCESE DO PORTO

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12º DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

   | Imagens do Dia Diocesano |

26 / 05  /  2013

 

Penafiel (Pavilhão da Agrival)


 

ECOS DO DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA

 

A festividade da Santíssima Trindade, que ocorreu no dia 26 de Maio de 2013, foi o enquadramento litúrgico da celebração do Dia Diocesano da Família, que se realiza na Diocese do Porto, desde 2002.

Este ano, e em obediência a uma rotatividade que tem como objectivo ir dinamizando as comunidades para a descoberta da importância e da urgência da pastoral familiar, coube à Região Pastoral Nascente encontrar o espaço adequado à realização do Dia Diocesano da Família.

Da reunião tida com a Presidência da Câmara Municipal de Penafiel resultou a anuência da respectiva Câmara para analisar da possibilidade da concessão dos apoios solicitados, tendo disponibilizando, de imediato o Pavilhão da Agrival.

Seguiram-se outras reuniões e contactos que permitiram ajustar os recursos à organização e oferecer às cerca de 4.500 pessoas que participaram na Eucaristia um espaço devidamente equipado e divinamente embelezado.

Os casais jubilados - os inscritos, previamente, e os que se inscreveram no dia - totalizaram cerca de 1.220 e vieram de todas as Vigararias da Diocese com excepção da de Baião. Com eles vieram cerca de 40 sacerdotes e diáconos.

Estiveram também presentes, o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Dr. Antonino de Sousa, em representação do seu Presidente e estiveram representados o Presidente e o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Penafiel.

Presidiu à Eucaristia o Senhor D. Manuel Clemente que concelebrou com os Senhores Bispos Auxiliares, D. António Taipa, D. João Lavrador e D. Pio Alves e os sacerdotes.

Na homilia D. Manuel manifestou a sua alegria pelo momento presente e disse não haver outro dia tão próprio para evocar e reflectir o matrimónio.

A Santíssima Trindade, torrente de amor constante e contínua entre Pai, Filho e Espírito Santo, é a fonte e o fundamento do matrimónio, também este um espaço, onde há pessoas alimentadas e sustidas por esse Amor Trinitário, que é a razão da força, da consistência e da persistência do casal cristão.

É esta a oferta que Deus faz ao mundo, disse. Deus não dá coisas. Deus dá-se a si mesmo. E, como Deus é amor, Deus só pode dar amor. Devemos acolher o dom de Deus e acolher Deus como dom. O casal cristão não vive de si próprio, mas de Jesus Cristo em unidade, fidelidade e para a fecundidade. A vida cristã é a vida de Cristo em nós. Descobrir esta realidade é fazer a grande descoberta – descobrir Jesus Cristo e aprender a viver como Ele.

Continuando, referiu que Cristo se afirma em relação ao Pai, de onde vem e para onde volta, numa expressão de unidade íntima, consubstancial. O Pai deu-Lhe todas as coisas. O Pai e eu somos um só. Mostra-me o Pai, ao que Ele respondeu: quem Me vê, vê o Pai. Assim, tudo quanto está no Pai está no Filho. Deus é, pois, comunhão e, quem diz que ama, e não ama o seu irmão, é mentiroso. Amar, para Deus, é vida partilhada, é uma só vida. É isto o que é Deus: Amor.

A finalizar, lembrou que nós somos seres complementares – homem e mulher – pelo que não somos felizes vivendo sozinhos. Somos plurais e unos. A família participa destes sentimentos de Deus e é isso que dá grandeza ao matrimónio. Esta alegria e felicidade, próprias das famílias cristãs, são para ser partilhadas e testemunhadas. A Igreja, como disse João Paulo II, é uma Família de famílias.

Antes da bênção final foram feitos os agradecimentos às Instituições, grupos e pessoas que tonaram possível a realização do Dia Diocesano da Família e aproveitou-se o contexto para, em nome da Pastoral Familiar da Diocese, oferecer a D. Manuel um tríptico da escultora Irene Vilar – Natividade – que pretende simbolizar a gratidão das estruturas da Pastoral Familiar pela acção pastoral motivada e contagiante que D. Manuel imprimiu à Diocese, gesto que agradeceu sensibilizado.

De seguida um Grupo de Jovens de Penafiel leu um texto sobre os problemas e situações, muitos reais, por que passam muitos jovens, onde foi focada a importância e a necessidade de uma mão que se estende, de um colo que acolhe, de um guia que oriente. Seguiu-se uma breve representação cénica, a espelhar esses contextos vivenciais, dolorosos e bem sofridos, tendo terminando com a alegria e a festa da recuperação de cada um dos jovens transviados, à sombra de um guia, que é Jesus Cristo.

D. Manuel cumprimentou cada um dos jovens, a quem agradeceu. Depois teve palavras de apreço para com os jubilados e restantes participantes. Finalmente referiu a dedicação, a entrega, a generosidade e a capacidade de organização do Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar para quem pediu uma salva de palmas. Disse, ao terminar: “Vou para Lisboa, mas não vou como vim. Vou com seis anos de Bispo do Porto”.

Dada a bênção final, foi o momento da entrega a cada casal jubilado de um diploma, assinado pelo Bispo e com selo branco da Diocese, com uma bênção especial.

Por fim, ainda aceitou tirar uma fotografia com os membros da organização.

A liturgia esteve cargo do P. Paulo Jorge, Assessor da Pastoral Familiar da Vigararia de Castelo de Paiva/Penafiel, disponível desde a primeira hora, e o coro que abrilhantou a cerimónia foi constituído por elementos de todas as paróquias da mesma Vigararia.

Em 2014 o Dia Diocesano da Família será no dia 15 de Junho de 2014, na Região Pastoral Sul, em local a indicar, oportunamente.


Secretariado Diocesano de Pastoral Familiar

 

 

 

 

Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar - Diocese do Porto

Rua Arcediago Van Zeller, 50     4050 - 621 PORTO

pastoralfamiliar@diocese-porto.pt  

 

 

 

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