Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar - Diocese do Porto

SECRETARIADO DIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR

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ECOS DO CONSELHO DIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR


As portas da Casa Diocesana de Vilar abriram-se no passado sábado, dia 11, para receber o Conselho Diocesano da Pastoral Familiar, tendo comparecido cerca de 90 pessoas provindas das 4 Regiões Pastorais.

 

Este evento, de âmbito diocesano, é um dos três que o Secretariado da Família organiza ao longo do ano, independentemente das acções e actividades que as estruturas da Pastoral Familiar levam a efeito nas suas comunidades.

Presidiu ao mesmo o Senhor D. Pio Alves, a quem compete, por decisão do nosso Bispo acompanhar a Pastoral Familiar na Diocese, assessorado pelo Assistente Diocesano, P. Manuel Monteiro Mendes e pelo Casal Presidente.

 

Estavam representadas no Conselho 16 das 22 Vigararias: Gondomar, Maia, Matosinhos, Valongo, Gaia Norte, Lousada, Paços de Ferreira, Santo Tirso, Trofa / Vila do Conde, Castelo Paiva / Penafiel, Marco de Canaveses, Paredes, Arouca / Vale de Cambra, Espinho / Ovar, Oliveira de Azeméis / S. João da Madeira e Santa Maria da Feira.

Faltaram as Vigararias de Amarante, Baião, Felgueiras, Porto Nascente, Porto Poente e Gaia Sul.

Dos vários Movimentos que integram a Pastoral Familiar estavam, apenas dois: Região Douro Sul das Equipas de Nossa Senhora e o Encontro Matrimonial.

 

Com a oração inicial se deu início aos trabalhos, assentando a mesma na leitura de um texto bíblico, Mt 22, 35-40, que foi comentado e reflectido por D. Pio. Começou por referir que há perguntas que não pretendem respostas, como nesta leitura ou na da Parábola do Samaritano, mas, de facto, o importante é a resposta. A resposta que vamos dando ao Senhor através do projecto da nossa vida: “Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua vontade”. Este é o maior e primeiro mandamento. O segundo é-lhe semelhante: “Amarás ao próximo como a ti mesmo.” É o amor sem medida que marca a nossa relação para com Deus e para com os outros. A medida do amor é não ter medida: perdoar, compreender e recomeçar tantas vezes quantas as necessárias, sem desânimos, numa vontade permanente de superar as nossas próprias limitações, indo ao encontro de Deus e dos irmãos. Rezou-se, de seguida a “Oração à Sagrada Família” composta pelo Papa Francisco.

 

Feitas as saudações iniciais, referida a presença de alguns Assessores da Pastoral Familiar e de alguns Diáconos Permanentes e agradecida a presença de todos, foi dada a palavra aos Responsáveis da Vigararias e dos Movimentos presentes que tiveram oportunidade de partilhar as acções levadas a efeito no ano pastoral findo e de enunciar os respectivos planos de acção para 2014/2015.

   

 

Fizeram-no com humildade, agradecidos pela acção que o Espírito Santo foi operando nas respectivas comunidades, tocando o coração de muitas pessoas que se sentiram enternecidas pela presença da Igreja em muitas circunstâncias da vida dos homens.

 

Evocaram a alegria de muitos jubilados ao serem convidados, pessoalmente, para o Dia Diocesano da Família, das grávidas que foram surpreendidas com a informação e convite para participarem numa Eucaristia de bênção, dos idosos que passaram a ser visitados por jovens, das famílias enlutadas que sentiram a presença da paróquia numa oração no dia do velório, dos jovens casais que foram chamados à paróquia para um reencontro após alguns anos de matrimónio, dos pais que foram acolhidos enquanto os seus filhos iam para a catequese, das famílias, em que pais e filhos fazem um percurso catequético conjunto, dos padrinhos que foram chamados pelos seus afilhados a um encontro na paróquia, das mães que trouxeram os seus filhos nascidos no ano anterior a uma Eucaristia de apresentação e bênção. Tudo isto é “A alegria do evangelho” e “A alegria do evangelho é a nossa missão”, lema da nossa Diocese.

 

Foi, de facto, um enriquecedor partilhar de acções, indo muitas delas até às periferias, como solicita o Papa Francisco. Deixaram-se, pois, caminhos abertos às diferentes vigararias e Movimentos. Foi importante dizer-se que as estruturas da Pastoral Família e dos Movimentos estão todos do mesmo lado – o objectivo é Cristo – devendo cada um promover acções abertas, onde todos tenham lugar, apresentando aos participantes as várias hipóteses de inserção na vida de apostolado.

O Casal Presidente referiu a importância da oração nas estruturas da Pastoral Familiar, como base e fundamento de todas as acções, da busca da formação catequética, moral e pastoral, da necessidade de terem ficheiros permanentemente actualizados e de darem essa informação ao Secretariado para que a comunicação possa fluir correcta e devidamente.

 

Aconselhou as Vigararias que têm uma dinâmica já provada a partilharem os seus documentos de modo a que outras comunidades possam beneficiar de um trabalho já realizado e que estará disponível no sítio: http://pastoralfamiliarporto.pt.

 

Apelou vivamente a um esforço de criação de Equipas de Pastoral Familiar – vicarial e paroquial – de modo a que as comunidades tenham estruturas que possam acompanhar os casais novos, trabalhar com os jubilados, acolher e caminhar com os pais que levam os filhos à catequese, visitar os doentes, sós e idosos.

 

Antes do encerramento D. Pio agradeceu ao Secretariado e às restantes estruturas da Pastoral Familiar e aos Movimentos todo o amor e dedicação que souberam dar a todo o trabalho realizado ao longo da Diocese a favor das famílias. Cabe-nos a nós, disse, como crentes, levar aos outros a alegria do Evangelho.

 

A todos pediu alegria e entusiasmo, compreensão para o clero, alguns com muita idade e outros com muitas paróquias, situações que não devem impedir os leigos de insistir e persistir no sentido de se criar uma rede de Pastoral Familiar na Diocese. Referiu que o facto de haver um pároco com diversas paróquias pode ser interessante, em termos pastorais, existir uma equipa interparoquial e não uma equipam por paróquia.

 

Aconselhou a estarmos atentos aos casais em dificuldade, numa atitude fundamentalmente preventiva, abordando-os com humildade, simplicidade, isto é, com atitudes que nasçam da oração e da fé.

 

Referiu que os convites por circular ou do ambão têm pouco êxito, pelo que urge optar por uma pesca à linha, isto é, contactar pessoal e directamente.

 

Considerou importante a presença da Pastoral Familiar nos velórios, porque se trata de uma circunstância em que os familiares do defunto estão fragilidades e, portanto, sensíveis a gestos de solidariedade, podendo ser, também, uma ocasião preciosa de abertura à Igreja.

 

Lembrou a mobilidade a que os noivos estão sujeitos hoje pelo que se torna necessário pensar em meios virtuais que permitam oferecer-lhes uma preparação mínima adequada para o sacramento do matrimónio.

 

Referiu o envolvimento de pais e de filhos em experiências de catequese conjunta, porquanto é fundamental tratar da nossa qualidade de crentes para podermos tratar dos outros.

 

Anunciados que foram as actividades diocesanas e nacionais da Pastoral da Família para o ano pastoral de 2014/2015:

 

18 e 19/10/2014 – Jornadas Nacionais, em Fátima

07/02/2015 – Jornada Diocesana da Família, Casa Diocesana de Vilar

10 a 17/05/2015 – Semana da Vida

31/05/2015 – Dia Diocesano da Família, Santo Tirso

10/10/2015 – Conselho Diocesano da Pastoral Familiar, Casa Diocesana de Vilar

 

Encerraram-se os trabalhos deste Conselho com a oração do Ângelus.

Secretariado Diocesano de Pastoral Familiar

 

 

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